domingo, 17 de novembro de 2013

Tarefa Ead para alunos da UFTM: semana do dia 21 de novembro


Considerando o Ken diz em sua curta palestra: para que servem as escolas?

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29 comentários:

  1. Cléa Rocha Ferreira
    5° período Licenciatura em Ciências Biológicas

    '' Correndo o risco de parecer radicalista, afirmaria que a escola massifica o ser individual, de tal maneira que a criança inserida no sistema, tendo adentrado com intensa atividade criativa, ao final do processo sai do ambiente escolar preparada (ou melhor condicionada) a interpretar apenas o seu papel de integrante social.
    Gostaria realmente depois de um comentário como este ofertar um meio seguro, pratico e realista para uma mudança efetiva nos moldes educativos de todo o mundo.
    Mas no momento, de posse das informações que me foram proporcionadas tenho a grande inclinação a voltar o pensamento para formação daquele que é o sensor do ambiente escolar.
    E pasmem, este cara, quase um representante da ditadura que repele a criatividade das crianças e forma soldadinhos de chumbo, somos nós.
    Sim senhores, futuros docentes, somos nós, assim que adentramos aquelas salas de aula.''

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  2. As escolas são lugares para inovações, onde temos que ter muita criatividade, pois sem a criatividade não conseguimos ir a lugar algum..As crianças assumem respostas quando não sabem pois não tem medo de errar elas chutam, depois que crescemos ficamos cada vez mais medrosos pois esquecemos das criatividades, esquecemos que com o erro aprendemos.. Temos que para de ter medo de errar.. Além do mais tínhamos que sair da mesmice do sistema educacional de disciplinas serem na mesma hierarquia sempre, matemática e línguas no topo de tudo depois ciências humanas e artes por final, por que tem que ser nessa ordem, por que não podemos diferenciar um pouco, ter outras prioridades antes de fixarmos em matemática ????

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  3. Mesmo as pessoas tendo um grande interesse pela educação elas acabam por tornar esse tema uma coisa que não se deve discutir, sendo: é educação e ponto. Como se fosse uma coisa cotidiana que não deve ser mudada, e aqueles que gostam de discutir sobre o tema são taxados de loucos ou desafiadores demais. Ou seja, a educação está em um patamar acomodado pela maioria das pessoas na sociedade.
    Até que aqueles que observam mais de perto e com intenção de melhora, podem ver que as crianças estão passando por um sistema de aprendizagem em que não são estimulados a expor suas próprias ideias, criarem coisas novas, ter aulas que estimulem o pensamento crítico e não decorar textos. As informações das escolas estão geralmente enquadradas em ideias antigas e conformadoras, colocando a criatividade em desuso. Se tornando adultos medrosos, e com conteúdos escolares ineficientes, que depois esquecem. Isso deveria mudar.

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  4. As escolas não permitem que as crianças tenham criatividade ou que errem, parecendo algo vergonhoso para elas. O objetivo é manter todos os alunos pensando igual, sem criticidade, mecanizando o ensino e o tornando desinteressante.

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  5. Pedro Henrique Morais Fonseca22 de novembro de 2013 às 08:47

    As escolas de hoje em dia estabeleceram uma relação de importância entre as matérias, onde as mais importantes são exatas e línguas, e por menos importante, compreende-se as artes. Ou seja, as matérias cuja a criatividade são peça chave são deixadas de lado. Isso faz com que as pessoas tenham medo de usar suas ideias, com medo que essas ideias sejam erronias, porem uma a curiosidade e o erro, são formas mais eficazes de aprendizagem, e muitas pessoas a perderam por não utilizarem da criatividade. A educação é vista como uma forma comoda e ja estruturada, não precisando de alterações em suas estruturas, o que é mentira. A educação assim como qual quer coisa na vida precisa evoluir, mudar suas estrategias de modo a usar novos e métodos adequados para a sociedade de hoje.

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  6. Tiago Souza Gonçalvez22 de novembro de 2013 às 08:48

    Talvez o maior problema relacionado às escolas, seria o conceito de inteligência, o erro ao pensar que matemática ou línguas são matérias que merecem mais atenção do que outra qualquer individualiza a criatividade, deixando para trás grandes pensadores e intelectuais de outras áreas como arte ou dança. Propostas estão sendo revistas como conceitos de inteligência múltipla, colocando todas as ciências e disciplinas no mesmo patamar. Outro ponto interessante que o vídeo aborda seria a questão do erro, de fato o que mais complica o aluno seria o medo de errar, travando muitas vezes o raciocínio do aluno, muita coisa precisa mudar, porém não adianta nada saber da necessidade da mudança, sem vontade de agir e consertar o erro.

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  7. As escolas de hoje têm a função de formar profissionais, porem não priorizam a capacidade de criação que as crianças possuem. Crianças não têm medo de errar, arriscam mais e, consequentemente, criam mais. Porém, ao longo de sua formação escolar, se tornam pessoas com medo de errar, de demonstrar suas dificuldades, se sentem incapazes de mudar algo que lhes foi imposto.

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  8. O sistema educacional proporciona uma grade pronta de ensino, que é tratada pelo professor de forma que os alunos possam entender o conteúdo e se saírem bem nas avaliações. Mas não podem surgir improvisos? Imprevistos? Ou mesmo um erro? As crianças não pensam sobre isso, tanto que quando não conhecem ou sabem algo elas arrumam um jeitinho de se sobressair, e assim, não se preocupam com o certo ou o errado, elas querem é participar. Do mesmo modo deveríamos agir, assim o preconceito e padronização de inteligência não seria mais sinônimo que conteúdo aprendido. Errar também faz bem, e como seria se todos soubessem de tudo? Para onde iria a curiosidade, as descobertas e as escolas? Não podemos esquecer que lidamos com pessoas, e nós podemos errar a todo tempo ou não saber algo, ou ter que procurar ajuda por não conhecer alguma coisa. Cada um desenvolve melhor uma atividade, tem mais facilidade em alguns conteúdos da grade escolar, porém há uma relação de importância, relevância, algumas matérias com menos importância que outras. O sistema de ensino ainda precisa ser revisto, mudar e criar novas estratégias de avaliação – principalmente – e levar em conta sim as diversas capacidades que um aluno possa ter.

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  9. A escola atual é um sistema onde existe um padrão a ser seguido, e nesse sistema não existe incentivo algum para que a partir da infância a criatividade aflore, ao contrário essa criatividade á bloqueada, pois geralmente tudo que é diferente, que foge do "padrão" é visto como errado, com isso a criança já cresce bloqueada ao novo, além de carregar um imenso trauma em relação ao "erro".

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  10. Como já dito anteriormente, as escolas seriam lugares para as crianças aprenderem e se desenvolverem. Mas como visto no vídeo acima, as escolas impedem a criatividade dessas crianças, assim como um dia também barraram a nossa. E como Ken disse, esse fato de pararmos de ter ideias criativas nos deixam retraídos, ou seja, sempre temos medo de errar. Não falamos; às vezes não damos nossa opinião; e até mesmo deixamos de contribuir com algo que precise da criatividade, isso tudo por conta do medo de errar; medo de falar e pensar no que o outro irá achar. Não podemos impedir que as crianças deixem de ser criativas, ao contrário, devemos fazer com que elas desenvolvam essa extraordinária façanha. Mas, infelizmente, a "indústria do fordismo social", ou seja, o mercado de trabalho e as realidades nos tornam apáticos em relação à criatividade.

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  11. De fato, não há como refutar a necessidade urgente de transformação dos paradigmas escolares. É muito fácil perceber que as escolas, para além do desenvolvimento cognitivo, têm uma série de outras aptidões humanas a desenvolver. Não é preciso esforço para perceber isso.
    No entanto, por mais visível que seja, essa verdade está encoberta para um grande número de pessoas que enxergam a vida como a busca eterna por um conjunto de valores que, como lhes foi ensinado, só podem ser obtidos consoante uma ou duas fórmulas de carreiras infalíveis.
    O problema nisso é que esses "modelos de vida" são legítimos sob a ótica social. Isso é, eles são bem-vindos a maioria das pessoas, por mais equivocados que sejam; e pior, são bem-vindos por mais que os sujeitos saibam o quão errada está essa concepção de vida. É um caso excepcional de alienação coletiva e (muito estranho) autoconsciente, se é que podemos chamar assim.
    Isso nos leva à assertiva de que só há um motivo para que as pessoas façam escolhas erradas sobre sua vida, ainda que conscientes do erro e conformadas com ele: a falta de opção. O que não quer dizer que as pessoas não possam fazer as escolhas certas mesmo se estivessem determinadas a isso, mas que, por algum motivo, fazê-las é algo desprezível o bastante para que não sejam feitas. Em outras palavras, elas não são legítimas para uma grande parcela da sociedade, o que implica cair na minoria sempre que ousamos fazer as escolhas certas.
    O que quero dizer com tudo isso, enfim, é que, por maiores que sejam as necessidades de mudanças nas escolas, elas jamais serão sustentáveis o bastante se não forem - como hoje não são - legitimadas por todos.
    É preciso transformar, como Ken disse. Não se pode admitir que o futuro seja tal qual uma multidão de frustrados sem emprego. No entanto, como fazê-lo se qualquer ação nesse sentido, apesar de bem intencionada, é vista como utópica e deslumbrante demais para ser verdade?
    A pergunta não é " Para que servem as escolas", mas sim: Como as escolas podem servir, afinal, se sua verdadeira função está obscurecida por uma visão equivocada de sua própria existência?

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  12. Na palestra de Ken ele cita algo que me chamou bastante atenção, o fato de quando crianças somos influenciados a movimentar o corpo, e conforme vamos crescendo e passando nos anos escolares somos movidos a mexer cintura a cima, até chegar somente na cabeça. Sempre acreditei que a arte e a cultura é o que nos faz realmente desenvolver em sociedade e mentalidade.
    Para que servem as escola, afinal de contas? Acredito que o que elas deveriam servir seria o que questionar, o que vemos atualmente é uma junção de paradigmas que em alguma época pode ter dado resultado, mais que hoje em dia já não é mais o habitual e útil a ser seguido.
    É necessário uma mudança de visão para que quem frequente a escola não as faça ser instituição de ensino e sim de aprendizagem e desenvolvimento.

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  13. Marcelo Warys Júlio de Oliveira

    Segundo a palestra do Ken Robinson as escolas servem para matar a nossa capacidade de sermos criativos, pois ele se refere à existência de três coisas que sabemos: que temos uma enorme capacidade de sermos criativos, que não sabemos o nosso futuro e que as crianças não têm medo de errar. Baseado se nas falas do Ken, podemos concluir que de fato as escolas e não só elas tem de certa forma matado nossa capacidade de sermos criativos, se pensarmos que o sistema educacional em praticamente todo o mundo segue uma hierarquia de disciplinas e que as que mais usam nossa criatividade são as últimas na lista das tidas como importantes, me refiro às artes, podemos dizer que estamos formando indivíduos que são desprovidos de criatividade. Se a criatividade é tão importante na educação quanto à alfabetização, por que da disciplina que mais trabalha a criatividade ser tida como a menos importante, ou ainda a que menos nos dará um retorno financeiro. O que ficou claro é que as escolas estão formando cada vez mais pessoas que não se preocupam com o que estarão fazendo e sim com quanto estarão ganhando, e desta forma a criatividade que deveria ser o foco principal de formação de um individuo é deixada de lado, por não atender aos critérios da sociedade e aos da importância econômica.

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  14. Somos formados por um sistema educacional fast-food, em que tudo é padronizado, industrializado e é preciso criar um sistema em que as pessoas busquem suas próprias respostas. Muitos sistemas educacionais pelo mundo estão sendo reformados, mas reformar é inútil agora, precisamos de uma revolução na educação. As crianças hoje, por exemplo, vivem em um mundo digitalizado, enquanto nossa educação é do século passado. As escolas gastam muito tempo com matemática, linguística e ciências, por exemplo, mas há muito pouco de arte, que, para mim, é fundamental em nossas vidas. A criatividade, a cultura, outras formas de estimular a educação, na maioria das vezes, é ignorada pela escola porque elas estão apenas focadas em um único objetivo, transformar os alunos em robôs e estes ingressaram numa universidade. É preciso tornar a educação mais pessoal, em vez de linear. Se quisermos encorajar as pessoas a pensar, temos que encorajá-las a ser aventureiras e a não ter medo de cometer erros. Ao longo da vida, os indivíduos vão se tornando mais conscientes e constrangidos e ficam com medo de cometer erros, porque passam por situações em que dão respostas erradas, se sentem estúpidos e não gostam deste sentimento. É preciso criar uma atmosfera, tanto na escola quanto no trabalho, em que não há problema em estar errado. Alguns professores tentam quebrar este medo dos alunos de fazerem perguntas, de responder de participar da aula de modo geral, uma vez que a maioria compreendeu que há uma necessidade desta participação para aperfeiçoar o aprendizado. Concordo totalmente Ken Robinson quando ele diz que a escola é a principal responsável pela perda da criatividade e a vontade de participar das aulas e mostrar seus talentos, uma vez que acabam podando as crianças num molde que é conveniente para o governo. Em vez de a escola incentivar o aluno a errar, tentar e aprender fazendo com que ele cresça e amadureça junto com o conhecimento, ela acha que os alunos são “folhas em branco” que devem ser preenchidas com o conhecimento e ele tem que reproduzir o mesmo da mesma forma. Como já foi dito, já passou da hora de mudar não apenas a escola como também a cabeça das pessoas em relação ao que é educação, conhecimento e aprendizado

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  15. Segundo o palestrante, as escolas tem o propósito de formar pessoas aptas ao trabalho. Não existe espaço para qualquer coisa que seja considerada desnecessária e infelizmente entre estas coisas, se encontra a imaginação. Então as escolas servem para destruir a criatividade e transformar possíveis artistas em pessoas "exemplares" que vivem no mundo real, no qual no se é permitido sonhar.

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  16. As crianças aprendem a ter medo de errar com o tempo. Esse processo se torna mais intenso quando a criança vai para a escola. Vivemos num mundo onde é proibido errar. Logo, se você tiver uma ideia que possa te levar correr a algum risco, se algo der errado você passa a ser duramente criticado. O sistema educacional de hoje foi criado para atender a demanda da industrialização. Fomos educados para sermos bons trabalhadores, ao invés de pensadores criativos, além de sermos induzidos a pensar que apenas assuntos relacionados ao trabalho é prioridade. Se você fazer algo do que gosta com certeza será um adulto menos frustrado e também mais encorajado a ter novas ideias.

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  17. A escola nada mais é, que um ambiente de limitações. Claro, não há como se construir nada sem regras, mais a escola se tornou um real muro, concreto em cada uma das mentes que a compõe. Um aluno, não encontra só as limitações de muro fisico, a obrigação de ir a escola, mais a limitação intelectual. É claro que um professor não consegue controlar a mente de seus alunos , mais quando uma opnião, um pensamento, o conhecimento é ignorado, essa limitação acontece consequentemente. Há uma perda muito grande com isso, há muito a se ganhar explorando o aluno como um ser pensante, e não um robo a repitir frases e conceitos ensinados. Quando crianças nos estimulam a ser criativo, e quando um pouco mais velhos a criatividade é banalizada. Criaram dentro do ambito escolar o conceito de bom, de "normal" , e quando sai desses parametros o aluno é visto com mals olhos. Ensinam a respeitar as diferenças, mais o diferente é banalizado. Há muita contradição no que se diz respeito a educação, no ambito de "ensinar"

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  18. Nos sistemas educacionais tradicionais em que todos fomos criados, aprendemos a fazer a inversão dos reais valores humanos, que quando somos crianças isso acontece de modo natural, mas ao chegarmos na escola fazem uma desconstrução do que é realmente importante e colocam teorias, leis e formulas no lugar da compreensão e do respeito a individualidade de cada um. O papel da escola é formar cidadãos, esses mesmo precisam ser submissos as vontades do sistema, aqueles que fogem ao padrão do sucesso, são simplesmente excluídos, sempre com algum diagnóstico.

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  19. o papel das escolas seria ensinar matemática, português, inglês, ciências humanas e artes. somente ensinar, todos tendo que sair da mesma com o mesmo conhecimento e pensamento. as escolas não incentivam as crianças a ter uma visão critica, normalmente elas inibem a criança, fazendo com que a mesma perca a vontade, o entusiasmo e a criatividade.A escola ensina que errar é errado, que não se pode errar, bloqueando a criança, fazendo com que se torne uma pessoa sem criatividade, sem senso critico, um ser humano com medo da vida.

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  20. Considerando o que Ken disse, percebe se que as escolas servem para "disciplinar" os alunos, taxando o ato de errar como inadmissível e provocando nos alunos o medo. O medo de tentar arriscar,o medo de buscar suas concepções, o medo de ser criativo. Inibindo assim, toda uma legião de pequenos artistas.

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  21. Acredito que as escolas e a sociedade pedem, respectivamente, por alunos criativos e profissionais trabalhadores sem fornecer um embasamento para que isso ocorra! Como um aluno desenvolve suas próprias ideias, sua criatividade sem subsídios para isso? Sendo que este é ensinado a se importar apenas com decorar um conteúdo extremamente determinado e limitado pelo professor para depois reproduzi-lo na prova. Em que momento a escola incentiva a criança a desenvolver esse seu lado? Algumas ainda possuem aulas de dança, arte, teatro, porém outras nem isso tem disponíveis. Na minha opinião, o atual sistema de educação infelizmente é tratado como algo imutável, feito e com regras a serem cumpridas. Enquanto isso não mudar, não haverá mudança na educação no geral.

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  22. Ao meu ver, a escola seria o lugar em que as crianças pudessem se socializar e começar a acostumar com outras pessoas e atividades fora de casa. Seria um local de aprendizado, mas ao mesmo tempo aperfeiçoamento do aprendizado tido em casa, pelos pais. No vídeo mostra que as escolas servem para "impor" um ensinamento taxado como o necessário no mundo todo, até porque em qualquer lugar do mundo se ensinam as mesmas matérias com as mesmas preocupações de ordem de importância. Dessa forma de imposição, a escola não dá liberdade aos alunos de esclarecerem dúvidas ou exporem pensamentos. Não esclarecem dúvidas por medo. Medo da reação dos outros colegas. Talvez até estaria certo ou traria um novo método para a sala, mas por medo de expor e não ser "legal", preferem ficar calados. Se não for conforme programado, não está certo. Isso não acredito que seja o correto, pois cada um tem uma maneira diferente de aprender. Os professores deveriam sim saber do conteúdo para repassar aos alunos, mas também ter diversas formas de aprendizado para que alcançassem a cada um de uma forma diferente. A criatividade conta muito nessas horas, mas como está escrito no planejamento que deve ser feito de uma tal forma, não é aceitável a criança tentar de uma forma mais dinâmica expor o que aprendeu. Se estimulassem as crianças a terem aulas dinâmicas desde crianças, no futuro não terão tantas dificuldades como se vê hoje em dia.

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  23. O modelo educacional que é colocado na maioria das escolas faz Ken Robinson, em sua palestra, criticar as questões de: ser o melhor, nunca errar e vencer... Ken começa citando o estranhamento que há quando nos referimos à educação, muitas pessoas desvalorizam e julgam quem trabalha com o ensino. Ele também fala da importância que a criatividade é e que deveria ser colocada junto ao meio de ensino. A escola, no caso, deveria ajudar a estimular a criatividade, a não oprimir os errados e despertar o interesse do conhecimento cada vez mais.

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  24. Palestra muito engraçada e também muito elucidativa... Duas coisas que, acredito eu, nunca deviam se desvencilhar. O cômico torna o conhecimento algo mais leve, quem sabe até um pouco mais “acessível” já que psicologicamente há a quebra a barreira do conhecimento impositivo e obrigatório para dar uma visão de que o ato de conhecer seja algo divertido...
    É impressionante a quantidade de conhecimento que é construído hoje em dia, e mais difícil ainda é imaginar a quantidade de conhecimento que haverá daqui pra frente. Uma grande dúvida surge daí: Como educar para o futuro? Bom, essa bola é passada pras escolas, mais especificamente para os educadores.
    Então educador, como você vai educar o seu aluno para o futuro?
    É importante lembrar que cada pessoa tem seus talentos, seus “dons naturais” por assim dizer... Mas se pensarmos bem, o que a sociedade faz com esses talentos? Aproveitam em seu benefício fazendo com que a humanidade progrida ou os tentam destruir com sistemas educacionais que não dão a mínima para o real aprendizado, aquele que agrega valores pessoais?
    Nas escolas nós já sabemos como as coisas funcionam, existe um padrão global, onde em primeiro lugar de importância dentre todas as disciplinas se encontram a matemática e a língua falada, em segundo plano vêm as ciências naturais e por fim, e quase esquecidas, as disciplinas artísticas.
    A língua e a matemática são extremamente importantes, mas são padronizações, ou seja, são aquilo e pronto... Não há lugar para erros, pois que 2+2 sempre será 4 e para fins de comunicabilidade em português antes de P e B temos que colocar o M e nunca o N.
    É estranho que as matérias que, impositivamente são as mais “importantes” não nos abram espaço para o erro, visto que não são um fruto da nossa criatividade atual e sim algo que mais se assemelha a uma imposição social. Logo, se fizermos de forma incorreta um exercício de matemática, por exemplo, não podemos chamar de erro, mas sim de uma dificuldade em se entender o processo que nos foi ‘imposto’... deveria existir outra palavra para esse tipo de situação que não o “ERRAR”, visto que o erro deriva de uma tentativa fracassada de nossa própria mente/ação, e não de uma dificuldade em conceber o impositivo proposto.
    Dificuldade e erro não significam a mesma coisa, está aí uma grande importância da língua, dar nome aos bois.
    Se não nos é fornecida a potencialidade/oportunidade para criar e, portanto, nos tornar autores de nosso próprio conhecimento então não se pode dizer que se houveram erros, apenas dificuldades em se assimilar o que foi proposto/imposto.
    Para errar é necessário tentar compreender utilizando a capacidade criativa, somada a um conhecimento em construção utilizados em algo palpável e que tenha significado para a pessoa, afim de que esse conhecimento em formação dê corpo a um conhecimento concreto que se somará aos valores intrínsecos do ser humano.
    Então não seria de todo correto martirizar os chamados “erros” tão temidos em nossa sociedade, como se não fôssemos, todos, passíveis deles. O medo de errar nos impede de tentar e a falta de tentativas nos impede de aprender, seja errando ou acertando. Mas esse aprender não é um simples decorar e sim algo que transcende o que vemos atualmente nas escolas com o sistema tradicional de educação. O real aprender é quando desenvolvemos a “coragem para o erro”, pois assim saberemos que somos os construtores de nosso próprio conhecimento. E esse conhecimento não será mais algo apenas transmitido e assimilado, mas algo que foi por nós testado e compreendido. Ou seja, aprender pelas tentativas é incorporar conhecimento em seus valores pessoais, o que é diferente de aprender apenas sendo receptor de um conhecimento que não será aplicado, logo, este último, um conhecimento sem razão de ser... a não ser a razão de ser cobrado em uma prova ou em uma daquelas temidas “chamadas orais”.

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  25. BOM, MAS PRA QUE SERVEM AS ESCOLAS?
    Eu daria apenas duas funções para a escola, uma função social e uma função humanística. A função social esta ligada na formação de cidadãos conscientes de suas responsabilidades pessoais e sociais, compromissados com seus direitos e deveres civis. E a função humanística que atua na formação de pessoas conscientes de si mesmos e do mundo que os cercam, de suas capacidades e potencialidades para gerar o progresso da humanidade em todos os aspectos.
    Segundo a minha perspectiva de escola, aquilo que chamamos “escola” na atualidade seria nada mais que um noticiário de televisão que forma mão de obra. Por quê? Vejam bem, o aluno é bombardeado de informações, grande parte das quais sem nexo e sem um objetivo aparente (que não seja informar), ou seja, que não acrescenta nada aos valores pessoais, formando pessoas contentadas com a realidade, inconscientes de seu papel no mundo e na sociedade, alienadas e sem visão de um sentido lógico para sua existência. Eu realmente acredito que esse modelo de educação aplicado atualmente é responsável pelos grandes problemas psicológicos no que tange os problemas existenciais e superficialidade de valores em nossa sociedade. As “informações” não apresentam um sentido de existirem para o “aluno como humano”, mas certamente apresentam grande sentido para um governo e para as empresas que necessitam de mão de obra não-questionadora e prática.
    A serventia da escola é rica, pena que não se aproveitam todos os aspectos que ela pode proporcionar. Talvez por falta de preparo do governo, talvez por falta de preparo dos dirigentes das escolas, talvez por falta de preparo dos professores.
    Mas uma coisa é certa, como professores e futuros professores temos/teremos a oportunidade de modificar esse cenário

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  26. No momento que a criança entra na escola, ela vai sendo aos poucos moldada pelo sistema, sua criatividade vai se perdendo com o objetivo de formar um cidadão que apenas cumpre ordens. A escola infelizmente deveria ser lugar para as crianças sonhar não ao contrário, onde as crianças são ensinadas a acertar e nunca a errar. Sendo que sempre ouvimos falar que aprendemos com nossos próprios erros.

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  27. A criatividade deveria ser ser tratada com a mesma importância que a alfabetização na educação, temos o dom de criar qualquer, porém esse dom na maioria das vezes vão se perdendo com o passar do tempo, quando somos crianças não temos medo de arriscar, e quando erramos criamos algo para que de certa forma "concerte" o erro, caso isso aconteça. Quando somos adultos aprendemos a ter pavor de errar, parece que seremos condenados e julgados, e na verdade somos, isso foi criado pela sociedade. Nas escolas eles não ensinam e não dão oportunidade para desenvolvemos isso, e de certa forma criam um bloqueio. Aprendemos a usar somente metade do nosso corpo, da cintura pra cima, as ideias são colocadas dentro de nossa cabeça, fazendo com que deixemos de lado nossa imaginação e com isso perdemos os dom de cria, inventar. Deveria ser tratado a disciplina de artes com a mesma importância das outras e mesmo em alguns lugares onde isso acontece, deixam de lado a dança e o teatro, isso muitas vezes acaba fazendo com que a criança que tinha algum talento ou até mesmo gostaria de desenvolver perca o interesse.

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  28. Alan Vinicius Assunção Luiz

    O sistema educacional no qual as escolas estão inseridas, segue totalmente um padrão onde a criatividade é colocada de lado. Neste sentido, matérias da área de exatas e línguas estão no topo daquelas que devem ser a base para se conseguir uma boa formação e ser alguém na vida. Isto faz com que as pessoas tenham medo de arriscar a criar algo, ou até mesmo de aprender com seus erros, o que impossibilita o crescimento pessoal e profissional.
    Algo que me chamou muita atenção no vídeo, foi que mesmo sendo em outro país onde a educação é mais valorizada, a situação não muda. As pessoas (como aqui no Brasil) tem medo de tratar sobre os assuntos relacionados a educação e tem os mesmos pontos de vista sobre "ser professor", ou seja, vai trabalhar muito e receber pouco.
    Outra questão, seria o modo que estes alunos são submetidos a um único método de ensino, o qual deveria ser variado e ser explorado cada vez mais formas de se ensinar, pois cada aluno tem seu tempo e seu modo de ser avaliado. As artes em outros países estão bem mais presentes nas escolas, como grupos de dança, teatro entre muitos outros, o que tem grande importância para o crescimento destes alunos fazendo com que estes percam o medo de arriscar sem serem julgados.

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